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Segmento · Energia

Documentamos centrais geradoras, casas de força, barragens, canais e subestações com scanner terrestre e nuvem aérea unificadas num só sistema de coordenadas (SIRGAS 2000/UTM). Em 2026, duas centrais geradoras hidrelétricas (CGH) no Paraná: 65 cenas de scanner terrestre e 1,44 e 1,65 bilhão de pontos por central, terrestre e aéreo juntos.

O problema de projetar em usina antiga

Repotenciação, novo grupo gerador, adequação de vertedouro, ampliação de subestação: todo projeto em usina existente começa com desenhos que descrevem a obra como ela foi concebida, décadas atrás, e não como ela está. Medir à mão, em área energizada, com água correndo e equipamento girando, é lento e arriscado — e ainda deixa de fora o que ninguém alcança com trena.

O escaneamento a laser mede tudo isso sem contato: a casa de força por dentro, o conjunto turbina-gerador, tubulações forçadas, comportas, painéis e a estrutura. O voo de drone completa por cima — barragem, canal, taludes, acessos — e as duas nuvens são unidas no mesmo sistema de coordenadas.

Duas CGHs no Paraná (2026) — números lidos nos projetos entregues
NúmeroO que éCentral
32 cenas de scanner terrestreEstações individuais (cerca de 44 milhões de pontos cada), entregues separadasCGH A
12,7 milhões de pontosNuvem aérea georreferenciada do sítioCGH A
1,44 bilhão de pontosNuvem unificada terrestre + aérea, SIRGAS 2000 / UTM 22SCGH A
33 cenas de scanner terrestreEstações individuais (cerca de 46 milhões de pontos cada)CGH B
124,9 milhões de pontosNuvem aérea georreferenciada do sítioCGH B
1,65 bilhão de pontosNuvem unificada terrestre + aérea, mesmo sistema de coordenadasCGH B

Aplicações

  • Repotenciação e novo grupo gerador — a casa de força real, com folgas e interferências medidas.
  • Adução, vertedouro e comportas — geometria de canal e barragem cruzada com o interior.
  • Subestações e casas de comando — as-built para projeto de ampliação e adequação, com o campo planejado dentro das regras da operadora.
  • Tie-ins e tubulação — interligações projetadas sobre a geometria real (veja o case do pipe-rack em operação).
  • Inspeção dimensional — flechas, desvios e deformações medidos na nuvem, com data, para comparar campanhas.

Entregáveis

Projeto ReCap (RCP) com cada estação como cena própria e a nuvem aérea integrada; nuvem unificada em E57 e LAS/LAZ quando o destino é GIS; modelo 3D/BIM por disciplina quando contratado (Revit, IFC, Plant 3D); ortomosaico e modelo digital do terreno do voo; relatório de registro com erro global e amarração documentados.

Perguntas frequentes

Vocês escaneiam usina e subestação em operação?

Sim. O escaneamento a laser é sem contato e feito a distância segura; o planejamento segue as regras de segurança da operadora (NR-10 e procedimentos internos) e, quando a operadora exige, usa janelas de desligamento definidas por ela. Nas duas centrais geradoras documentadas em 2026 o campo foi feito com as casas de força em funcionamento.

Por que unificar scanner terrestre e nuvem aérea?

Porque cada um vê o que o outro não vê: o scanner terrestre captura a casa de força, os equipamentos e a tubulação por dentro; a nuvem aérea cobre barragem, canal de adução, taludes e acessos por cima. Unificadas no mesmo sistema de coordenadas, o projetista trabalha numa base só — nas duas CGHs, 1,44 e 1,65 bilhão de pontos por central.

Em que sistema de coordenadas a nuvem é entregue?

No sistema oficial brasileiro, SIRGAS 2000, em projeção UTM (no Paraná, fuso 22S), ou no grid local do projeto quando a operadora já tem uma rede implantada. A amarração e os resíduos são documentados no relatório.

Por que as cenas são entregues separadas e não num bloco único?

Porque uma nuvem de bilhões de pontos num arquivo só é inviável de abrir e de navegar. Entregamos o projeto ReCap (RCP) com cada estação como cena própria: o projetista carrega só o trecho que precisa — a casa de força, o vertedouro — e mantém a rastreabilidade de onde cada ponto foi medido.

Qual o tamanho dos arquivos e como chegam?

Dezenas de gigabytes por sítio. Entregamos em pacotes por central (zip por sítio, com o projeto RCP e as cenas RCS) em nuvem ou disco físico, além do relatório técnico. Cópia de trabalho fica arquivada para reemissão.

Fale com quem mede

Envie plantas, área aproximada e o uso que o levantamento terá. A proposta sai com escopo, entregáveis e prazo por escrito.

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Veja também: Georreferenciamento · Nuvem de pontos · Aerofotogrametria com drone · Escaneamento 3D no Paraná: Curitiba

Os números citados nesta página vêm de projetos documentados no portfólio da TopoScan e de especificações públicas dos fabricantes dos equipamentos. Modelos e nuvens são entregues como base métrica; laudos de conformidade são de responsabilidade do profissional habilitado de cada disciplina.