Serviço · Aerofotogrametria com drone
Voos com drone apoiados em pontos de controle GNSS RTK, processados em ortomosaico, modelo digital de superfície e de terreno e curvas de nível — em SIRGAS 2000/UTM, com RMSE documentado. Exemplos de 2026: área urbana em Curitiba com 1.326 fotos e 13 pontos de controle (RMSE ≈ 3,5 cm; ortofoto a 2,31 cm/px) e haras em São José dos Pinhais com 120 milhões de pontos e 354 curvas de nível de 1 m.
O que o voo entrega
- Ortomosaico georreferenciado — a foto do terreno em projeção, para vetorizar plantas, cadastrar e apresentar.
- Modelo digital de superfície e de terreno — a base para curvas de nível, seções e volumes.
- Nuvem de pontos fotogramétrica em LAS/LAZ, classificada (solo × vegetação × edificações) quando o escopo pede.
- Curvas de nível em DXF 3D, suavizadas, com equidistância definida no escopo.
- Levantamento planialtimétrico cadastral vetorizado sobre a ortofoto — como a prancha A0 do Hospital Universitário de Ponta Grossa, 61.771,8 m² em escala 1:500, assinada por responsável técnico.
| Número | O que é | Projeto |
|---|---|---|
| 1.326 fotos · 13 pontos de controle | Voo urbano alinhado com apoio GNSS RTK; RMSE total ≈ 3,5 cm, ≈ 1 cm em altitude | Área urbana, Curitiba |
| 2,31 cm/px · 4,62 cm/px | Resolução do ortomosaico e do modelo digital de superfície | Área urbana, Curitiba |
| 368 milhões de pontos | Nuvem fotogramétrica densa gerada do voo | Área urbana, Curitiba |
| 120 milhões de pontos · 280 pts/m² | Nuvem fotogramétrica de um haras de ~63 ha, classificada em solo (60%) para o modelo do terreno | Haras, São José dos Pinhais |
| 354 curvas de 1 m | Curvas de nível suavizadas em DXF 3D, com modelo digital do terreno em GeoTIFF | Haras, São José dos Pinhais |
| 19 pontos de controle · GSD 4,17 cm | Apoio e resolução do ortomosaico do campus hospitalar | Hospital Universitário, Ponta Grossa |
Drone + scanner + topografia: cada um no que faz melhor
O drone cobre hectares em uma manhã, mas não vê o solo sob mata fechada nem o interior de uma edificação. O laser scanner terrestre mede o que está de pé com precisão milimétrica, mas não cobre um terreno de 60 hectares. A topografia GNSS e a estação total dão o controle que amarra tudo ao sistema oficial. Em projetos completos combinamos os três — o voo como verdade de mundo, o scanner amarrado a ele, o controle documentado no relatório.
Aplicações
- Terraplenagem, cubagem e acompanhamento de obra com data.
- Loteamentos, condomínios, fazendas e haras — planialtimétrico e curvas de nível.
- Cadastro de campus, plantas industriais e usinas por cima, integrado ao scanner por dentro.
- Patrimônio: fachadas, torres e telhados por drone (documentação 3D de patrimônio).
Perguntas frequentes
Qual a precisão de um levantamento com drone?
Depende do apoio de campo. Com pontos de controle medidos por GNSS RTK, o ajuste fotogramétrico fecha em centímetros: numa área urbana em Curitiba, 13 pontos de controle e 1.326 fotos deram RMSE total de cerca de 3,5 cm, com cerca de 1 cm em altitude. Sem pontos de controle, a precisão cai para a do GPS do drone — por isso não entregamos voo sem apoio.
O que é entregue?
Ortomosaico georreferenciado (GeoTIFF), modelo digital de superfície e de terreno, nuvem de pontos em LAS/LAZ, curvas de nível em DXF 3D e, quando o escopo pede, o levantamento planialtimétrico cadastral vetorizado sobre a ortofoto, assinado por responsável técnico. Tudo em SIRGAS 2000/UTM.
Drone substitui a topografia convencional?
Não substitui: complementa. O drone cobre área grande em pouco tempo e gera ortofoto e superfície; a topografia GNSS e a estação total dão o controle, as cotas de fundo de rede e os pontos que a foto não vê. Sob mata fechada, a fotogrametria não vê o solo — o relatório declara isso onde acontece.
Serve para cubagem e terraplenagem?
Sim. Do modelo digital do terreno saem volumes de corte e aterro entre campanhas e curvas de nível para o projeto. O drone repetido ao longo da obra dá o acompanhamento com data.
E integrar com o laser scanner?
É o que fazemos em projetos completos: o voo dá a verdade de mundo (georreferenciada) e o scanner terrestre documenta as edificações por dentro. Num haras, 261 estações de scanner em cinco estruturas foram amarradas ao voo de drone georreferenciado, com erro nuvem-a-nuvem entre 5 e 11 mm.
Fale com quem mede
Envie plantas, área aproximada e o uso que o levantamento terá. A proposta sai com escopo, entregáveis e prazo por escrito.
Curitiba/PR · atendimento em todo o Brasil · (41) 98425-2260 · contato@toposcan.com.br
Veja também: Georreferenciamento · Nuvem de pontos · Escaneamento 3D de usinas · Escaneamento 3D em Curitiba
Os números citados nesta página vêm de projetos documentados no portfólio da TopoScan e de especificações públicas dos fabricantes dos equipamentos. Modelos e nuvens são entregues como base métrica; laudos de conformidade são de responsabilidade do profissional habilitado de cada disciplina.
Segmentos: Hospitais · Usinas e subestações · Patrimônio histórico · Shoppings e galerias · Construtoras · Planicidade de laje · Aerofotogrametria com drone
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