TopoScan

Segmento · Saúde

Levantamos hospitais em funcionamento com laser scanner, drone e topografia GNSS, sem interromper setores: nuvem de pontos, as-built BIM e cadastro das redes que passam pelo terreno (oxigênio, energia, esgoto, GLP, ar comprimido). Dois hospitais documentados em 2026 — um universitário em Ponta Grossa e um de grande porte em Curitiba, com 328 estações de scanner.

O que muda quando o levantamento é dentro de um hospital

Romper uma rede de oxigênio não para uma obra: para um hospital. É por isso que ampliação, retrofit e projeto de instalações em unidade de saúde começam com uma pergunta que precisa de resposta em centímetros — o que já existe enterrado, pendurado e construído no caminho da obra? — e precisam de uma medição que não interrompa o atendimento.

O escaneamento a laser resolve as duas exigências ao mesmo tempo: mede sem contato, por estações curtas, planejadas com a engenharia clínica setor a setor, e entrega a geometria real de fachadas, áreas técnicas, forros e redes num único sistema de coordenadas.

Dois hospitais documentados em 2026 — números lidos nos dados entregues
NúmeroO que éOnde
61.771,8 m²Campus vetorizado em levantamento planialtimétrico cadastral sobre ortomosaico de drone (escala 1:500)Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, Ponta Grossa
0,003 mErro global do registro do escaneamento a laser (42 alvos de controle por estação total)Hospital Universitário, Ponta Grossa
19 pontos de controle · GSD 4,17 cmApoio do voo de drone e resolução do ortomosaicoHospital Universitário, Ponta Grossa
328 estações · 9,4 bilhões de pontosEscaneamento Leica RTC360 de um hospital em funcionamento, 8 blocos do subsolo ao auditórioHospital de grande porte, Curitiba
37 alvos · 59 pontos GNSS RTKAmarração do scanner à rede geodésica e verificação do voo de drone (desvio mediano de 1,5 cm em altitude)Hospital de grande porte, Curitiba
919 milhões de pontos a 5 mmNuvem final unificada (scanner + drone), pronta para modelagem em RevitHospital de grande porte, Curitiba

Para que o hospital usa o levantamento

  • Ampliação sem romper rede — a fundação nova cruzada com o que já existe, antes da escavadeira.
  • Retrofit de instalações — elétrica, gases medicinais, climatização e hidráulica projetados sobre o as-built, não sobre a planta de inauguração.
  • Engenharia clínica e facilities — subestação, reservatórios, casas de máquinas e áreas técnicas documentadas em tour virtual mensurável, sem circular por área restrita.
  • Base para gêmeo digital — nuvem e modelo BIM como registro geométrico do campus para manutenção e futuras intervenções.
  • Regularização e projeto de segurança — geometria real para o profissional responsável de cada disciplina.

Como trabalhamos dentro de um hospital

  • Planejamento com a engenharia clínica: setores, horários de menor fluxo e áreas de acesso controlado definidos antes do primeiro dia de campo.
  • Cada tecnologia no que faz melhor: topografia GNSS RTK e estação total para o controle; drone para o campus e as coberturas; laser scanner para fachadas, interiores e áreas técnicas; tour virtual onde a equipe de projeto precisa medir sem voltar.
  • Equipe reduzida, equipamento sem contato: o scanner é posicionado, mede em minutos e segue para a próxima estação.
  • Entrega por bloco e por pavimento, com relatório de registro e erro global documentado — o número que sustenta cada cota extraída depois.

Perguntas frequentes

É preciso fechar o setor do hospital para escanear?

Na quase totalidade dos casos, não. O laser scanner é sem contato e trabalha por estações curtas, planejadas com a engenharia clínica setor a setor. No Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, a sala de tomografia foi escaneada sem interromper o setor; em um hospital de grande porte em Curitiba, 328 estações foram executadas com o hospital em funcionamento.

O scanner interfere em equipamentos médicos?

O Leica RTC360 usa laser de classe 1 (seguro para os olhos, conforme a especificação do fabricante), não emite radiação ionizante e não toca em nada. O equipamento é posicionado, mede e sai; o planejamento por setor evita áreas onde a circulação de pessoas é restrita.

Vocês levantam as redes enterradas e as instalações acima do forro?

Sim, dentro do que o escopo pede. No hospital de Ponta Grossa, as cotas de topo e de fundo das redes de esgoto e água pluvial foram medidas tampa a tampa por topografia, e o traçado de oxigênio, energia, GLP e ar comprimido foi cadastrado para que a fundação nova não os cruzasse. Instalações acima do forro entram na nuvem quando o forro é removível ou quando há acesso técnico.

Que arquivos o hospital recebe?

Conforme o escopo: nuvem de pontos registrada e georreferenciada (E57, RCP/RCS para ReCap e Revit, LGS), modelo BIM em Revit ou IFC, plantas e cortes DWG, ortomosaico e modelo digital do terreno quando há voo de drone, tour virtual das áreas técnicas e o relatório de registro com o erro global documentado.

Atendem hospitais fora do Paraná?

Sim. A base é Curitiba/PR e o atendimento é nacional. O campo em hospital é concentrado em poucos dias; a mobilização entra na proposta, calculada por dias de campo.

Fale com quem mede

Envie plantas, área aproximada e o uso que o levantamento terá. A proposta sai com escopo, entregáveis e prazo por escrito.

Curitiba/PR · atendimento em todo o Brasil · (41) 98425-2260 · contato@toposcan.com.br

Veja também: Scan to BIM · As-built 3D · Tour virtual 360º · Escaneamento 3D em Curitiba

Os números citados nesta página vêm de projetos documentados no portfólio da TopoScan e de especificações públicas dos fabricantes dos equipamentos. Modelos e nuvens são entregues como base métrica; laudos de conformidade são de responsabilidade do profissional habilitado de cada disciplina.